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	<title>Adequação NR12 &#8211; NR12 Sem Segredos</title>
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	<title>Adequação NR12 &#8211; NR12 Sem Segredos</title>
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		<title>7 Erros que você precisa evitar ao usar HRN.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Custodio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de riscos é um processo fundamental para a segurança no trabalho com máquinas e equipamentos, especialmente em conformidade com normas como a NR12 e a NBR ISO 12100. O HRN (Hazard Rating Number) é uma ferramenta amplamente utilizada para priorizar riscos, mas sua aplicação incorreta pode comprometer a eficácia das ações de controle. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A análise de riscos é um processo fundamental para a segurança no trabalho com máquinas e equipamentos, especialmente em conformidade com normas como a <strong>NR12</strong> e a <strong>NBR ISO 12100</strong>. O <strong>HRN (Hazard Rating Number)</strong> é uma ferramenta amplamente utilizada para priorizar riscos, mas sua aplicação incorreta pode comprometer a eficácia das ações de controle. Neste artigo, exploraremos os erros mais comuns na utilização do HRN, como evitá-los, e os pontos de atenção para garantir que essa metodologia seja aplicada de forma rigorosa e alinhada às normativas.</p>
<hr />
<h3><strong>O Que é HRN e Sua Função?</strong></h3>
<p>O HRN é uma metodologia quantitativa que calcula o nível de risco com base em quatro fatores principais:</p>
<p><strong>Fórmula: HRN = P × S × E × N</strong></p>
<ul>
<li><strong>P (Probabilidade):</strong> A chance de o evento perigoso ocorrer.</li>
<li><strong>S (Severidade):</strong> A gravidade das consequências potenciais.</li>
<li><strong>E (Exposição):</strong> A frequência com que as pessoas são expostas ao perigo.</li>
<li><strong>N (Número de pessoas):</strong> O total de pessoas potencialmente afetadas.</li>
</ul>
<p>O valor resultante do HRN é utilizado para <strong>classificar os riscos</strong> e auxiliar na priorização das ações de mitigação. Embora o método seja simples em sua essência, seu uso inadequado pode levar a decisões equivocadas ou até à negligência de riscos críticos.</p>
<hr />
<h3><strong>Erros Comuns na Utilização do HRN</strong></h3>
<h4><strong>1. Classificar Riscos Como &#8220;Aceitáveis&#8221; Baseado Apenas no Valor do HRN</strong></h4>
<p>Um erro recorrente é interpretar valores baixos do HRN como automaticamente aceitáveis. Conforme a <strong>ABNT NBR ISO 12100</strong>, a aceitação de riscos só pode ser feita após a <strong>avaliação completa de riscos</strong> (item 5.6) e a implementação de medidas adequadas (item 6). A classificação numérica do HRN é apenas uma etapa de priorização e não deve ser confundida com a decisão final de aceitação.</p>
<p><strong>Evite:</strong> Concluir que um risco é aceitável sem passar por todas as etapas descritas na NBR ISO 12100 e NR12. Por exemplo, mesmo com um HRN baixo, deve-se avaliar se medidas adicionais poderiam reduzir ainda mais o risco residual.</p>
<hr />
<h4><strong>2. Subjetividade na Atribuição de Valores</strong></h4>
<p>Outro erro comum está na falta de critérios claros e objetivos para atribuir valores às variáveis do HRN. Diferentes avaliadores podem interpretar a severidade, probabilidade ou frequência de forma divergente, resultando em inconsistências.</p>
<ul>
<li><strong>Exemplo prático:</strong> Um avaliador pode considerar a probabilidade de acidente em uma máquina como &#8220;baixa&#8221;, enquanto outro a classifica como &#8220;moderada&#8221;, gerando resultados contraditórios.</li>
</ul>
<p><strong>Evite:</strong> Use tabelas padronizadas para definir os critérios de cada variável, como sugerido na <strong>NBR ISO 12100</strong>, item 5.5.3, que recomenda a utilização de métodos consistentes para estimar riscos.</p>
<hr />
<h4><strong>3. Ignorar a Especificidade do Contexto</strong></h4>
<p>Riscos variam de acordo com o ambiente, as condições de operação e os processos envolvidos. Aplicar valores genéricos sem considerar essas especificidades pode levar a uma análise imprecisa.</p>
<ul>
<li><strong>Exemplo:</strong> Uma máquina operada em ambiente com alta umidade pode ter maior probabilidade de falha elétrica, mas isso pode não ser refletido no HRN se o contexto não for analisado.</li>
</ul>
<p><strong>Evite:</strong> Inclua informações detalhadas sobre o contexto na análise, conforme descrito no item 5.3.3 da <strong>NBR ISO 12100</strong>, que enfatiza a importância de considerar os &#8220;limites ambientais e de operação&#8221; da máquina.</p>
<hr />
<h4><strong>4. Falha na Documentação</strong></h4>
<p>A ausência de registros claros é um erro grave, pois dificulta a revisão e a auditoria da análise de riscos. Isso contraria os requisitos da <strong>NR12, item 12.15</strong>, que exige a documentação detalhada de todas as etapas do processo de apreciação de riscos.</p>
<p><strong>Evite:</strong> Documente todo o processo, incluindo os critérios usados para atribuir valores ao HRN, as justificativas para decisões tomadas e as medidas implementadas.</p>
<hr />
<h4><strong>5. Foco Exclusivo em Riscos de Alto HRN</strong></h4>
<p>Concentrar esforços apenas nos riscos classificados como &#8220;altos&#8221; ou &#8220;críticos&#8221; pode levar à negligência de riscos menores, que, acumulados, podem resultar em incidentes graves.</p>
<ul>
<li><strong>Exemplo:</strong> Uma máquina com HRN moderado pode apresentar risco crescente devido ao desgaste ou à ausência de manutenção preventiva.</li>
</ul>
<p><strong>Evite:</strong> A <strong>NR12, item 12.7</strong>, enfatiza que a manutenção e a inspeção devem ser aplicadas a todas as máquinas, independentemente do risco inicial calculado.</p>
<hr />
<h4><strong>6. Não Revisar a Análise Periodicamente</strong></h4>
<p>Riscos podem mudar ao longo do tempo devido a fatores como envelhecimento de máquinas, alterações nos processos ou introdução de novos equipamentos. Realizar uma única análise e não revisá-la é um erro que pode comprometer a segurança.</p>
<p><strong>Evite:</strong> Siga as diretrizes da <strong>NBR ISO 12100, item 7</strong>, que exige a revisão periódica e a atualização da análise de riscos sempre que houver mudanças no ambiente ou no ciclo de vida da máquina.</p>
<hr />
<h4><strong>7. Pular a Etapa de Redução de Riscos</strong></h4>
<p>Mesmo após calcular o HRN, é essencial implementar medidas de redução de riscos, conforme o item 6 da <strong>NBR ISO 12100</strong> e a <strong>NR12, item 12.8.1</strong>. Ignorar essa etapa significa não atender às obrigações legais e normativas.</p>
<p><strong>Evite:</strong> Aplique a hierarquia de controle de riscos:</p>
<ol>
<li><strong>Medidas inerentes ao projeto</strong> (como eliminação de perigos).</li>
<li><strong>Medidas técnicas</strong> (barreiras, dispositivos de intertravamento).</li>
<li><strong>Medidas organizacionais e EPIs</strong> (última linha de defesa).</li>
</ol>
<hr />
<h3><strong>Boas Práticas para Evitar Erros</strong></h3>
<h4><strong>1. Capacitação e Padronização</strong></h4>
<p>Garanta que os responsáveis pela análise sejam treinados e utilizem critérios padronizados para minimizar subjetividades, como descrito no <strong>item 12.16 da NR12</strong> sobre capacitação obrigatória.</p>
<h4><strong>2. Ferramentas Digitais</strong></h4>
<p>Use softwares específicos para análise de risco, que automatizam cálculos, geram relatórios e garantem consistência.</p>
<h4><strong>3. Formação de Equipes Multidisciplinares</strong></h4>
<p>A <strong>NBR ISO 12100, item 4</strong>, recomenda a participação de profissionais de diferentes áreas na análise de riscos para ampliar perspectivas e minimizar vieses.</p>
<h4><strong>4. Revisão Contínua</strong></h4>
<p>Implemente um plano de revisão periódica, especialmente após modificações no ambiente, equipamentos ou processos.</p>
<hr />
<h3><strong>Exemplo de Aplicação Correta do HRN</strong></h3>
<p><strong>Cenário:</strong> Uma prensa mecânica em uma indústria apresenta os seguintes fatores:</p>
<ul>
<li><strong>P (Probabilidade):</strong> 3 (moderada).</li>
<li><strong>S (Severidade):</strong> 4 (grave, podendo causar amputação).</li>
<li><strong>E (Exposição):</strong> 4 (exposição diária).</li>
<li><strong>N (Número de pessoas):</strong> 5.</li>
</ul>
<p><strong>Cálculo do HRN:</strong> HRN = 3 × 4 × 4 × 5 = <strong>240</strong>.</p>
<p><strong>Análise:</strong> O valor do HRN indica uma <strong>prioridade alta para análise de redução de riscos</strong>. As medidas iniciais incluem:</p>
<ol>
<li><strong>Revisar o projeto:</strong> Avaliar se dispositivos de segurança adicionais podem ser integrados.</li>
<li><strong>Implementar barreiras:</strong> Adicionar proteções físicas para prevenir acesso à zona de perigo.</li>
<li><strong>Treinar operadores:</strong> Garantir que todos estejam capacitados para operar a máquina com segurança.</li>
</ol>
<hr />
<h3><strong>Por tudo isso&#8230;.<br />
</strong></h3>
<p>O uso do HRN na análise de riscos é uma ferramenta poderosa, mas somente quando aplicada com rigor técnico e metodológico. Erros como a subjetividade, a falta de documentação e a negligência na revisão podem comprometer a segurança dos trabalhadores e a conformidade com as normas.</p>
<p>A <strong>NR12</strong> e a <strong>NBR ISO 12100</strong> fornecem diretrizes claras para evitar esses erros, destacando a importância de um processo iterativo e colaborativo. Aplicar o HRN corretamente não só melhora a segurança, mas também demonstra o compromisso da organização com a excelência operacional e o bem-estar de seus colaboradores.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como Utilizar a HRN na Apreciação de Riscos: Benefícios e Cuidados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Custodio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2024 12:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
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					<description><![CDATA[A HRN (Hazard Rating Number) é uma metodologia amplamente utilizada para apreciação e avaliação de riscos em sistemas industriais, particularmente em máquinas e equipamentos. Ela fornece um método quantitativo e objetivo para priorizar os riscos e, consequentemente, implementar medidas de controle eficazes. No entanto, sua aplicação exige um entendimento claro de suas etapas, benefícios e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A HRN (Hazard Rating Number) é uma metodologia amplamente utilizada para apreciação e avaliação de riscos em sistemas industriais, particularmente em máquinas e equipamentos. Ela fornece um método quantitativo e objetivo para priorizar os riscos e, consequentemente, implementar medidas de controle eficazes. No entanto, sua aplicação exige um entendimento claro de suas etapas, benefícios e limitações. Este conteúdo aborda como utilizar a HRN, os benefícios dessa abordagem e os cuidados necessários para garantir resultados consistentes e úteis.</p>
<hr />
<h3><strong>O Que É a HRN e Como Funciona?</strong></h3>
<p>A HRN é baseada em um sistema de pontuação que considera quatro fatores principais:</p>
<ul>
<li><strong>Severidade (S):</strong> O impacto potencial de um acidente ou incidente.</li>
<li><strong>Exposição (E):</strong> A frequência com que os trabalhadores são expostos ao perigo.</li>
<li><strong>Probabilidade (P):</strong> A chance de o evento perigoso ocorrer.</li>
<li><strong>Número de Pessoas (N):</strong> A quantidade de pessoas expostas ao risco.</li>
</ul>
<p>A fórmula da HRN é:</p>
<p><strong>HRN = S × E × P × N</strong></p>
<p>O produto dessas variáveis resulta em um número que indica o nível de risco. Este número é então classificado em categorias que ajudam a determinar a urgência das ações de controle.</p>
<hr />
<h3><strong>Passo a Passo para Aplicar a HRN</strong></h3>
<h4>1. <strong>Identificação dos Perigos</strong></h4>
<p>O primeiro passo para aplicar a HRN é identificar os perigos associados à máquina, processo ou ambiente de trabalho. Isso inclui:</p>
<ul>
<li>Fontes de energia (elétrica, mecânica, térmica, pneumática, etc.).</li>
<li>Componentes móveis ou fixos que possam causar lesões.</li>
<li>Condições ambientais que aumentem o risco.</li>
</ul>
<p>A identificação deve ser abrangente, cobrindo todas as fases do ciclo de vida do equipamento, desde o transporte e instalação até a operação, manutenção e desativação.</p>
<hr />
<h4>2. <strong>Coleta de Dados</strong></h4>
<p>Para cada perigo identificado, colete informações sobre:</p>
<ul>
<li>A gravidade potencial das consequências.</li>
<li>A frequência com que os trabalhadores estão expostos ao perigo.</li>
<li>A probabilidade de o evento ocorrer, considerando o histórico de acidentes e falhas.</li>
<li>O número de pessoas expostas ao risco.</li>
</ul>
<hr />
<h4>3. <strong>Atribuição de Valores</strong></h4>
<p>Atribua valores numéricos a cada fator com base em critérios objetivos, preferencialmente padronizados. Por exemplo:</p>
<ul>
<li><strong>Severidade (S):</strong>
<ul>
<li>1: Lesões leves, sem afastamento.</li>
<li>2: Lesões que requerem tratamento médico.</li>
<li>3: Lesões graves com hospitalização ou afastamento prolongado.</li>
<li>4: Morte ou incapacitação permanente.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Exposição (E):</strong>
<ul>
<li>1: Raramente (menos de uma vez por ano).</li>
<li>2: Algumas vezes por ano.</li>
<li>3: Semanalmente.</li>
<li>4: Diário ou continuamente.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Probabilidade (P):</strong>
<ul>
<li>1: Altamente improvável.</li>
<li>2: Pouco provável.</li>
<li>3: Provável.</li>
<li>4: Muito provável.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Número de Pessoas (N):</strong>
<ul>
<li>Número total de pessoas potencialmente expostas ao risco.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<hr />
<h4>4. <strong>Cálculo do HRN</strong></h4>
<p>Multiplique os valores atribuídos a cada fator para obter o número de risco (HRN). Por exemplo: Se a severidade for 4, a exposição 3, a probabilidade 2 e o número de pessoas 5, o cálculo será:</p>
<p><strong>HRN = S × E × P × N = 4 × 3 × 2 × 5 = 120.</strong></p>
<hr />
<h4>5. <strong>Classificação do Risco</strong></h4>
<p>Com o valor da HRN calculado, classifique o risco em categorias predefinidas, como:</p>
<ul>
<li><strong>Baixo:</strong> HRN ≤ 20 – Controle pode ser programado a longo prazo.</li>
<li><strong>Moderado:</strong> 21 ≤ HRN ≤ 70 – Controle necessário em médio prazo.</li>
<li><strong>Alto:</strong> 71 ≤ HRN ≤ 150 – Controle requerido com urgência.</li>
<li><strong>Extremo:</strong> HRN &gt; 150 – Controle imediato exigido.</li>
</ul>
<hr />
<h4>6. <strong>Implementação de Medidas de Controle</strong></h4>
<p>Com base na classificação, adote medidas de controle seguindo a hierarquia da NR-12:</p>
<ol>
<li><strong>Medidas de proteção coletiva:</strong> Barreiras físicas, intertravamentos, etc.</li>
<li><strong>Medidas administrativas:</strong> Treinamentos, procedimentos operacionais.</li>
<li><strong>Equipamentos de Proteção Individual (EPIs):</strong> Utilizados como última linha de defesa.</li>
</ol>
<hr />
<h4>7. <strong>Documentação e Revisão</strong></h4>
<p>Documente os resultados e as ações tomadas, incluindo as justificativas para cada decisão. Revise a análise periodicamente ou sempre que houver alterações nos processos, equipamentos ou ambientes de trabalho.</p>
<hr />
<h3><strong>Benefícios da HRN</strong></h3>
<p>A utilização da HRN oferece diversos benefícios, entre os quais se destacam:</p>
<h4>1. <strong>Simples e Objetiva</strong></h4>
<p>A fórmula é direta, permitindo que profissionais de diferentes áreas apliquem a metodologia de forma consistente.</p>
<h4>2. <strong>Quantificação do Risco</strong></h4>
<p>A HRN transforma a percepção de risco em números, facilitando a priorização de ações.</p>
<h4>3. <strong>Base para Planejamento</strong></h4>
<p>Permite alocar recursos para os riscos mais críticos, aumentando a eficiência do gerenciamento.</p>
<h4>4. <strong>Conformidade com Normas</strong></h4>
<p>Atende aos requisitos da NR-12 e da NBR ISO 12100, promovendo conformidade legal.</p>
<hr />
<h3><strong>Cuidados ao Utilizar a HRN</strong></h3>
<p>Embora eficaz, a HRN requer atenção para evitar erros:</p>
<ol>
<li><strong>Evitar Subjetividade:</strong> Critérios padronizados devem ser utilizados para atribuir valores aos fatores.</li>
<li><strong>Coleta de Dados Confiáveis:</strong> Informações incompletas ou imprecisas podem distorcer o cálculo.</li>
<li><strong>Revisão Contínua:</strong> Os riscos devem ser reavaliados periodicamente para refletir mudanças no ambiente de trabalho.</li>
</ol>
<hr />
<h3><strong>Exemplo Prático</strong></h3>
<p>Imagine uma máquina em um ambiente industrial onde:</p>
<ul>
<li><strong>S:</strong> 4 (lesões graves possíveis).</li>
<li><strong>E:</strong> 3 (exposição semanal).</li>
<li><strong>P:</strong> 3 (evento provável).</li>
<li><strong>N:</strong> 10 (número de operadores expostos).</li>
</ul>
<p><strong>Cálculo do HRN:</strong> <strong>HRN = 4 × 3 × 3 × 10 = 360.</strong></p>
<p>Classificação: <strong>Extremo (HRN &gt; 150).</strong><br />
Ação: Implementar medidas de controle imediatamente, como barreiras físicas e sistemas de intertravamento.</p>
<hr />
<h2><strong>O que podemos concluir:</strong></h2>
<p>A HRN é uma ferramenta essencial para avaliar e priorizar riscos em ambientes industriais. Sua aplicação correta, com dados objetivos e critérios padronizados, ajuda a garantir a segurança dos trabalhadores e a eficiência operacional. Organizações que adotam o HRN de forma rigorosa atendem aos requisitos legais e promovem um ambiente de trabalho mais seguro.</p>
<p>Se você deseja automatizar o cálculo do HRN, acesse nossa planilha gratuita e prática, projetada para facilitar a aplicação dessa metodologia!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Método HRN para Avaliação de Risco em máquinas</title>
		<link>https://www.nr12semsegredos.com.br/hrn-para-avaliacao-de-risco-em-maquinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nr12]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2020 19:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento e Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Um problema acontece quando se inicia uma Avaliação de Risco (ou Análise de Risco entenda a diferença no artigo) [https://www.nr12semsegredos.com.br/passos-analise-de-risco-atender-nr12/] Não sei que método utilizar para uma avaliação numérica para atender ao item 5.5 da NBR ISO 12100:2013. Qual é o método que posso utilizar que outros possam entender facilmente O que se utiliza no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="3863" class="elementor elementor-3863">
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									<p>Um problema acontece quando se inicia uma Avaliação de Risco (ou Análise de Risco entenda a <a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/passos-analise-de-risco-atender-nr12/">diferença no artigo</a>) [https://www.nr12semsegredos.com.br/passos-analise-de-risco-atender-nr12/]<ul><li>Não sei que método utilizar para uma avaliação numérica para atender ao item 5.5 da NBR ISO 12100:2013.</li><li>Qual é o método que posso utilizar que outros possam entender facilmente</li><li>O que se utiliza no mercado?</li></ul><p>Todas estas perguntas podem ser respondidas utilizando o método:</p><p>HRN (Hazard Rating Number)</p><p>Em uma tradução livre: <strong>Número de Estimativa de Perigos</strong></p><p>Este método é o uma maneira de quantificar os riscos que geralmente são observados como qualitativos.</p><p>Desta maneira fica mais simples conseguir de maneira geral ordenar os riscos existentes por um critério e assim traçar o plano de ação para diminuir os riscos existentes.</p><h1>Como calcular o HRN?</h1><p>Como é um método numérico (quantitativo) esperamos um valor numérico, então temos a seguinte fórmula a ser utilizada:</p><h2>HRN = PO x FE x GPL x NP</h2><p>Onde:</p><p>HRN é o valor numérico</p><p style="padding-left: 30px;">PO &#8211;&gt; Probabilidade de Ocorrência</p><p style="padding-left: 30px;">FE &#8211;&gt; Frequência de Exposição</p><p style="padding-left: 30px;">GPL &#8211;&gt; Grau de possível Lesão ou Dano</p><p style="padding-left: 30px;">NP &#8211;&gt; Número de pessoas envolvidas</p><p>E o critério que pode ser utilizado para verificar o HRN  é:</p><p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3866" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/03/HRN-300x104.png" alt="" width="300" height="104" /></p><p>Para cada um dos itens deve se utilizar a seguinte tabela:</p><h2>PO &#8211; Probabilidade de Ocorrência</h2><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3867 size-full" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/03/PO.png" alt="" width="488" height="282" /></p><h2>GPD ou GPL &#8211; Grau de possível Lesão ou Dano</h2><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3865 size-full" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/03/GPL.png" alt="" width="527" height="299" /></p><h2>FE &#8211; Frequência de Exposição</h2><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3864 size-full" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/03/FE.png" alt="" width="488" height="121" /></p><h2>NP &#8211; Número de pessoas envolvidas</h2><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3868 size-full" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/03/NP.png" alt="" width="527" height="104" /></p>								</div>
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			</item>
		<item>
		<title>5 Alternativas de atender a NR12 (ATUALIZADO 2020)</title>
		<link>https://www.nr12semsegredos.com.br/alternativas-de-atender-a-nr12-2/</link>
					<comments>https://www.nr12semsegredos.com.br/alternativas-de-atender-a-nr12-2/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[nr12]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 19:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Sacadas]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento e Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.nr12semsegredos.com.br/?p=4260</guid>

					<description><![CDATA[5 Alternativas de atender a NR12 Atender à NR12 não é opcional,  é obrigatório, sendo assim, não existe outra maneira a não ser atender. Neste artigo vou mostrar algumas alternativas para fazer a adequação à Norma, e espero em te surpreender em pelo menos desta maneiras. Esta norma deve ser obedecida em todos os setores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">5 Alternativas de atender a NR12</h1>



<p>Atender à NR12 não é opcional,  é obrigatório, sendo assim, não existe outra maneira a não ser atender.</p>



<p>Neste artigo vou mostrar algumas alternativas para fazer a adequação à Norma, e espero em te surpreender em pelo menos desta maneiras.</p>



<p>Esta norma deve ser obedecida em todos os setores e em qualquer empresa que possua máquinas, novas ou usadas, observando sempre os riscos existente ao trabalhador, e o estado da técnica, ou seja, o que existe e tecnicamente atende os requisitos atualmente</p>



<p>Se você tiver dúvida com o conteúdo da norma posso te indicar o link para baixar a Norma com a versão 2019</p>



<p><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/nova-nr12-2019/">Nova atualização da norma 2019</a></p>



<p>A NR12 estabelece requisitos para segurança em máquinas e equipamentos, assim dividi em 3 grandes partes (essas divisões não são oficiais, mas acredito que ajuda a entender)</p>



<h2 class="wp-block-heading">1- Parte Máquina</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wp-image-4261" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2019/09/parte_maquina_nr12_red-1024x768.jpg" alt="" /></figure>



<p>Esta parte é a que se tem mais atenção, pois estão envolvidos diretamente nos perigos existentes da máquina. E para solução desta parte são as barreiras óticas, proteções Mecânicas, válvulas de segurança, botões de emergência, relês de simultaneidade para bimanual &#8230;</p>



<p>Esse corresponde aos itens que mencionam as áreas de risco, acessos, sistemas de emergência, movimentos, quadros de energia elétrica, dispositivos de <strong>parada</strong>/<strong>partida</strong>/<strong>acionamento </strong>e tudo mais que envolve diretamente a máquina e sua função.</p>



<p>Esta avaliação e divisão entre as partes fazem mais sentido quando analisamos plantas fabris de manufatura produtiva. Para as indústrias de processo a linha que divide o que é máquina e o que está fora dela é quase imperceptível, e as vezes nem existe. Nestes casos podemos considerar estas duas partes como uma só.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2- Parte fora da máquina</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wp-image-3611" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/11/parte_fora_da_maquina_nr12.jpg" alt="parte fora da maquina nr12" /></figure>



<p>Tudo que não está ligado diretamente à máquina, como espaçamento entre as máquinas, arranjos e instalações, tipo de piso, ferramentas utilizadas no processo</p>



<p>Envolve o ambiente em volta da máquina e também a organização, e para atender esta parte são usados armários e prateleiras, kambans, identificações, alertas de segurança, magazine de armazenamento, mudança de layout&#8230;</p>



<h2 class="wp-block-heading">3- Parte de processo, procedimento e documentação</h2>



<p>Podemos incluir aqui as medidas administrativas, manuais de operação e manutenção,</p>



<p>São geralmente ligados à documentos e procedimentos, que aparentemente parece ser deixado de lado quando se fala em adequação à Norma Regulamentadora 12. Podemos fazer uma analogia da falta de organização ou sincronismo das informações com um esporte de equipe, se algum deles está com uma informação errada e pensa em fazer algum procedimento diferente do que foi treinado e alinhado, como sairia?</p>



<figure class="wp-block-video"><video src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Formula-1.mp4" controls="controls" width="300" height="150"></video></figure>



<p>Atenção aos documentos da NR12, e alguns deles obrigatórios. Fiz um artigo sobre os documentos mínimos para o atendimento a NR12:</p>



<p><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/documentos-minimos-atendimento-nr12/">[ARTIGO] Documentos mínimos para atendimento à NR12</a></p>



<p>As alternativas apresentadas aqui podem resolver fração destas partes, assim você ainda deverá se atendar aos itens restantes que podem não ser resolvidos por completo ple alternativa proposta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"> </h2>



<h2 class="wp-block-heading">Trocas a máquina por uma mais nova</h2>



<p>Podemos afirmar sim que as máquinas mais novas são mais seguras, mesmo porque a atenção nos projetos se voltou também a ser mais seguras aos operadores. E com a tecnologia de produção de larga escada e diminuição de preços dos equipamentos de segurança contribuíram em muito para que as novas máquinas tenham este aspecto de segurança melhorados.</p>



<p>Sei que uma troca as vezes requer um investimento muito grande e em tempos de redução de custos e visão de curto prazo dificulta a viabilização desta troca.</p>



<p>Agora, para descartar a máquina que foi trocada, veja o item <a href="#eliminar_maquina"> ELIMINAR NECESSIDADE DA MÁQUINA </a></p>



<h2 class="wp-block-heading"> </h2>



<h2 class="wp-block-heading">Fazer um upgrade total</h2>



<p>Uaw esta é a solução dos sonhos para muitos que trabalham em uma empresa, e tem muita consideração com as máquinas e processo existente.</p>



<p>Upgrade é um temo em inglês que significa ATUALIZAÇÃO, é muito utilizado por reformadores de máquina e montadores de painéis elétrico na área industrial.</p>



<p>Seria bom como num passe de mágica, que todas aquelas máquinas que não recebem manutenção há tempos (HÁ DÉCADAS VEZES) se transformassem em máquinas melhores, que tivessem melhores produtividades, menos perigosas, mais eficientes, ou seja, um paraíso em termos de fábrica.</p>



<p>O atendimento à Norma NR12 utilizando um upgrade completo (e bem feito, é claro!) em uma máquina é comum, pois em uma atualização são conquistados outros requisitos como:</p>



<p>aumento do valor contábil</p>



<p>diminuição de manutenção corretiva</p>



<p>aumento de produção</p>



<p>diagnósticos de problemas e preventivos</p>



<p>E além do aumento da segurança. Todos os outros requisitos, de modo geral, são mensuráveis e já são assuntos de muitas reuniões há muito tempo. Isso facilita o convencimento do investimento e de tabela tem o atendimento à NR12.</p>



<p>Enquanto a empresa se beneficia dos resultados financeiros deste Upgrade, também há um incremento de segurança sentido por todos que operam a máquina</p>



<h2 class="wp-block-heading"> </h2>



<h2 class="wp-block-heading">Automatização do processo</h2>



<p>Quando o perigo existe e o risco é alto, uma ótima opção é a eliminação do elemento humano. Ele é o ator principal de um acidente, no mal sentido, infelizmente.</p>



<p>Quando se fala em automação já se pensa na substituição do operador por uma máquina e os custos do funcionário são calculados para a viabilização do projeto. Porém pouco se pensa em automação para redução de risco de acidentes.</p>



<p>Ha empresas que buscam sim a segurança e se propõe à automação pela segurança, mas isso não é comum.</p>



<p>Automação não é incluir um robô para executar uma ação, muito longe desta filosofia futurista, a automação é tornar um processo automático, ou seja, executando funções (atuadores) através de verificações das condições (sensores), tudo controlado por um cérebro (clp ou cn&#8230;), na maioria dos casos uma aplicação de um robô não é viável.</p>



<p>Se você quiser entender um pouco mais sobre automação deixo o link externo para MURRELECTRONIK:</p>



<p><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/o-que-e-automacao-industrial/">O que é Automação Industrial? (http://blog.murrelektronik.com.br/automacao-industrial/)</a></p>



<p>Deixo alguns pontos que devem ser observados na hora de usar esta solução para redução de riscos:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Com a automação o risco não é aumentado?</h3>



<p>Analise os impactos da automação nos processos anteriores e posteriores desta alteração, pois se o objetivo é redução de risco, não fará sentido nenhum caso o risco seja aumentado em outros pontos da sua fábrica por utilização de um sistema automatizado</p>



<h3 class="wp-block-heading">Garanta que o novo sistema atenda a NR12</h3>



<p>Faça uma análise de risco do projeto a ser instalado, e já inclua os dispositivos e procedimentos para diminuir os riscos.</p>



<p>Para fazer uma análise de risco, fiz um artigo com poucos passos para você fazer uma análise de risco e atender a NR12</p>



<p><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/passos-analise-de-risco-atender-nr12/">[ARTIGO] 3 passos para fazer uma Análise de Risco e atender a NR12 </a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Atenção às necessidades de processo</h3>



<p>Além da operação, a automação vai interferir também no em outros pontos como: Setup, inicialização ou primeira peça, limpeza, abastecimento, alteração de velocidades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Não se esqueça da manutenção</h3>



<p>Um sistema automatizado também precisa de manutenção, então é importante que sejam observados os acessos para manutenção, e para sistemas que sejam necessários retiradas de proteções, seja por acesso ou para troca de componentes, e  podem ser esquecidas de serem remontadas no final da manutenção, é uma boa prática incluir sistemas de monitoramento destas proteções.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Instalar proteções e sistemas de segurança</h2>



<p>Aqui está o grande mercado de venda de equipamentos de segurança e serviço de adequação à NR12 e instalaram e vendem soluções para o atendimento à NR12.</p>



<p>De maneira simplista, a proteção mecânica e sistemas eletrônicos, melhoram a condição do operador no sentido de reduzir o risco. Mas, o maior problema, e geralmente não é identificado é que a máquina em questão <strong>Não Suporta Tecnicamente</strong> os sistemas de proteção, e para fazer esta adaptação é necessária uma modificação maior do que a suposta proteção.</p>



<p>Instalar uma grade de proteção ou uma cortina de luz é simples e rápido, e tem muitos fornecedores que fazem este tipo de trabalho.</p>



<p>Se você estiver buscando um fornecedor, espero que este artigo ajude:</p>



<p><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/como-escolher-fornecedores-para-adequacao-nr12/">[ARTIGO] Como escolher fornecedores para adequação à NR12</a></p>



<p>Existem muitas tecnologias para redução de risco em máquinas, e é importante observar que na NR12 é mencionado que se deve considerar o estado da técnica. E isto quer dizer que se a solução existe tecnicamente e é comprovado que funciona este sistema deve ser considerado. Assim como o oposto, se o processo é complexo e as técnicas existentes não são eficientes o suficiente para redução dos riscos isso deve ser levado em conta na decisão da empresa.</p>



<p>Veja o item 12.1.9 e Anexo VIII- 5.3.2 da Norma Regulamentadora 12.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4264" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2019/09/screenshot.2019-09-09-1024x226.jpg" alt="" /></figure>
</div>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4266" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2019/09/screenshot.2019-09-09-1-1-1024x149.jpg" alt="" /></figure>
</div>



<p>Não caia na ilusão de quanto mais é melhor, pois em um sistema de segurança o importante é que seja eficiente no momento do acidente. Vale sim a frase: “O simples é mais”, pois sistemas muito complexos de se operar ou onde a manutenção é quase que uma jornada intergaláctica, é muito comum ser burlado. Imagine que este sistema deverá ser operado muitas vezes no dia, durante muitos dias, e o operador poderá “achar” que este sistema prejudica mais do que ajuda ele, tornando assim um bom motivo (para ele) para a burla.</p>



<p>Alguns sistemas como estes podem ser utilizados:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Eliminar necessidade da máquina</h2>



<p>Este é um item que deve ser bem estudado pela empresa, porque pode existir uma estratégia voltada pela utilização da máquina no processo de fabricação.</p>



<p>Não vou entrar nestes detalhes, porque cada empresa tem seus critérios para definir suas estratégias corporativas, e o objetivo aqui é apresentar uma solução para o atendimento à NR12. Então vou indicar alguns pontos que podem ser avaliados para a eliminação da necessidade da máquina no seu processo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">1- Avaliar o processo fabril e verificar possibilidade de eliminação da operação em que a máquina é aplicada.</h4>



<p>Pode ser aplicação de uma nova tecnologia ou até mesmo de matéria prima diferenciada que não necessita da operação. Uma pesquisa de mercado pode ajudar além da segurança, eliminando a máquina junto com o perigo, ainda pode melhorar a qualidade e aumentar o lucro da empresa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">2- Compra do produto acabado, ou seja, com a operação que você utiliza nesta máquina.</h4>



<p>Com a globalização do mercado mundial e local, as empresas estão, cada vez mais, focando as energias no negócio principal, passando para empresas terceirizadas as operações que não são o “core” (o coração) da empresa.</p>



<p>Isso acontece com logística, embalagem, usinagem, pintura, montagens e até fabricação e também outras operações que se mostram possíveis a terceirização. Assim é possível a empresa utilizar seus recursos no crescimento da empresa.</p>



<p>Atente-se que estes fornecedores atentam a Norma, porque o Ministério do Trabalho também faz a aplicação de multas e delegação de responsabilidade para as empresas que contraram serviços ou produtos de terceiras que não atendem a Norma NR12.<br /><a name="eliminar_maquina"></a></p>



<h4 class="wp-block-heading">E depois de eliminada a necessidade?</h4>



<p>Não se esqueça que assim que você eliminar a necessidade da máquina, a sua empresa deve pensar o que fazer com a máquina. E uma solução é eliminar esta máquina da sua planta fabril.</p>



<p>Para que a máquinas seja eliminada juntamente com qualquer risco que ela contenha, esteja em mente que esta eliminação deverá provar que a sua intenção realmente foi esta, ou seja, se você elimina uma máquina enviando para um “ferro-velho”, a máquina poderia ser usada por outros? Com uma reforma ou manutenção?</p>



<p>Para garantir que esta máquina não volte a operar da maneira que operava antes, é necessário a descaracterização da máquina, seja por retirada de partes principais ou até mesmo de corte completo da sua carcaça, mostrando</p>



<p>Então desta maneira pode-se entender que o objetivo foi uma eliminação da máquina e não uma venda /doação da máquina.</p>



<p>Importante é documentar estes procedimentos e armazenar de forma segura, para que, se houver alguém que ainda utilize estas partes, sua empresa possa provar que fez o possível para eliminar definitivamente de circulação esta máquina.</p>



<p>Se você acredita que ter conhecimento ajuda a ter melhores resultados, neste portal estamos empenhados em colocar a disposição o conhecimento necessário para você.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Você tem mais ideias e quer compartilhar?</h2>



<p>E se você quer conversar e interagir com nosso time de engenheiros e técnicos, fique a vontade em mandar sua mensagem pelos comentários abaixo.</p>



<p>Cadastre-se no nosso portal e receba em seu e-mail dicas e conteúdo voltado para o atendimento à NR12 e sistemas de segurança em máquinas e equipamentos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Análise de Risco &#8211; APR e Apreciação de Risco</title>
		<link>https://www.nr12semsegredos.com.br/analise-preliminar-de-risco-apr/</link>
					<comments>https://www.nr12semsegredos.com.br/analise-preliminar-de-risco-apr/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[nr12]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 11:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Sacadas]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento e Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nr12semsegredos.com.br/?p=2221</guid>

					<description><![CDATA[Como o próprio nome já diz é uma Análise Preliminar de Risco, é preliminar ou seja é algo preparatório e não tem objetivo de se ter uma conclusão definitiva. Então para que serve a Análise Preliminar de Risco? O objetivo é a busca dos riscos e investigação dos sistemas envolvidos que podem causar um ocorrencia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft is-resized"><a href="http://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Risk-Management-400x305.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2226" src="http://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Risk-Management-400x305.png" alt="Risk-Management-400x305" width="136" height="104" /></a></figure>
</div>



<p>Como o próprio nome já diz é uma <strong>Análise Preliminar de Risco</strong>, é preliminar ou seja é algo preparatório e não tem objetivo de se ter uma conclusão definitiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Então para que serve a Análise Preliminar de Risco?</h2>



<p>O objetivo é a busca dos riscos e investigação dos sistemas envolvidos que podem causar um ocorrencia perigosa. Assim tem-se a oportunidade de modificar o projeto ou a concepção do sistema com o objetivo de eliminar ou reduzir o risco.</p>



<p>Como um amigo meu projetista sempre diz: <strong>&#8220;Enquanto está no papel está barato.</strong></p>



<p>Imagina que se observa uma máquina inicialmente projetada com movimento vertical e que existe um risco de queda de um dispositivo quando houver a queda de energia, e sendo possível você muda a concepção e transforma a máquina com movimento horizontal. Assim está eliminado este risco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que profissional pode fazer uma APR?</h2>



<p>Para se fazer um estudo como este é necessário habilidades profissionais e experiência em máquinas similares ou com processos similares, geralmente este trabalho é direcionado para a área de <strong>Segurança no Trabalho</strong>, ou como se chamam em algumas empresas, HSE, sendo levantado a possibilidade de ocorres acidentes.</p>



<p>Mesmo quando o profissional de Segurança no Trabalho com muita experiência, o envolvimento de profissionais de outras áreas ajudam e enriquecem a Análise e auxiliando mais as mudanças de projeto e concepção.</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><a href="http://www.nr12semsegredos.com.br/portal/wp-content/uploads/2015/05/22106322_l.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="271" class="wp-image-2228" src="http://www.nr12semsegredos.com.br/portal/wp-content/uploads/2015/05/22106322_l-300x271.jpg" alt="22106322_l" /></a></figure>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">Mas como assim??? E se minha máquina já está pronta, porque fazer APR?</h2>



<p>Você tem razão, não teria o conceito de preliminar pois a máquina já está pronta. Imagina-se preliminar pois o levantamento apontará riscos que provavelmente possam ser reduzidos ou até eliminados, mesmo com a máquina pronta.</p>



<p>Após esta APR, será necessário um plano de ação para cada um dos riscos levantados.</p>



<p>Para cada risco pode haver mais de uma solução ou ação a ser tomada, desta forma o desdobramento das ações deve ser detalhado para que seja utilizado pelo responsável a fazer a ação (modificação).</p>



<p>A NR12 exige que seja realizada a APR para cada uma das máquinas ou quando não possível individualizar, de um sistema.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Mas somente a APR elaborada não é garantia de atendimento a NR12</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Outros nomes</h2>



<p>No mercado existem outros nomes para esta trabalho, que o objetivo é o mesmo de identificação de perigos e riscos para evitar acidentes, e porque tem outros nomes?  Para cada nome diferente, pode existir em uma Norma Técnica seu significado e abrangencia diferente, mas também , eventualmente serve para diferenciar produtos dos  concorrentes que executam o mesmo trabalho, ou até para agregar alguns trabalhos que não são obrigatórios, mas podem ajudar.</p>
<p>Consulte as Normas técnicas para entender o real significado para Análise de Risco na norma NBR ISO 12100:2013</p>



<p>Aí vão alguns nomes que são utilizado, caso você tenha encontrado outros deixe no comentário.</p>



<p>Avaliação de Risco</p>



<p>Apreciação de Risco</p>



<p>Avaliação Preliminar de Risco</p>



<p>Diagnóstico de Risco</p>



<p>Diagnóstico</p>



<p>Laudo Preliminar de Risco</p>



<p>Laudo de Risco</p>



<p>Relatório de Risco</p>



<p>&#8230;&#8230; (se você conhece mais, deixe no comentário abaixo)</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Fazer Apreciação de Riscos?</h2>
<figure><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-2223 alignright" src="http://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Capa-NBRISO12100-2013.png" alt="Capa NBRISO12100-2013" width="293" height="417" data-wp-pid="2223" /></figure>



<p>Tá aí um tópico que pode trazer muitos para a conversa. É obrigatório a utilização de normas nacionais vigentes para a elaboração de um documento como este, assim encontramos a NBR ISO 12100:2013, que é uma &#8220;cópia&#8221; traduzida da ISO 12100 (em inglês) (o termo técnico para essa versão é harmonização da norma)</p>



<p>Esta norma indica os critérios a serem tomados para a verificação dos riscos da máquina, como identificação dos perigos, elementos de risco, redução de risco adequada, comparação dos riscos, medidas de segurança no projeto, aplicação da ação mecânica positiva, limitações da exposição do perigo, medidas de segurança e diversos exemplos de referência</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais que sua análise não está boa</h2>



<p>Se você está elaborando uma análise ou então você recebeu este documento de um fornecedor e está em dúvida se tem as informações estão satisfatórias ou não passa de:</p>



<blockquote>
<p>&#8220;palavras em uma folha de papel&#8221;</p>
</blockquote>



<p>Não quero desmerecer qualquer trabalho, mas tenho que explicar de maneira clara e objetiva para você. Um trabalho técnico tem que obedecer padrões e respeitar normas técnicas, e isso é o que deveria ser ensinado nos cursos de Engenharia.</p>



<p>Verifique o que DEVE TER:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem análise em todo o ciclo de vida da máquina</li>
<li>Tem ART de um Engenheiro responsável</li>
<li>Tem indicações dos possíveis acidentes que podem acontecer com cada risco</li>
<li>Estabelece um critério quantitativo para avaliação (deve ser claro e objetivo)</li>
</ul>



<p>NÃO PODE HAVER</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apenas mencionar &#8220;PERIGO&#8221;</li>
<li>1 ou poucos riscos avaliados (observar complexidade &#8211; veja que para cada ciclo de vida da máquina é provável que tenha pelo menos um risco analisado)</li>
<li>Quando não houver risco, deve ser embasado o motivo técnico (muito raro)</li>
<li>Cópia da Norma Técnica (infração de direitos autorais)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">E agora? está mais claro?</h2>



<p>Espero ter ajudado você, e conto com seu comentário logo abaixo dizendo o que achou e como você identifica um bom trabalho de análise de risco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E se você quer ter mais explicações sobre aplicação da Análise de Risco para atender a NR12, acesse o seguinte artigo:</h3>



<p><a href="http://www.nr12semsegredos.com.br/5-passos-para-fazer-uma-analise-de-risco-de-maquina-e-atender-nr12/">5 passos para fazer uma Análise de Risco de máquina e atender à NR12</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.nr12semsegredos.com.br/analise-preliminar-de-risco-apr/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3 passos para fazer uma Análise de Risco e atender a NR12</title>
		<link>https://www.nr12semsegredos.com.br/passos-analise-de-risco-atender-nr12/</link>
					<comments>https://www.nr12semsegredos.com.br/passos-analise-de-risco-atender-nr12/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[nr12]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 13:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
		<category><![CDATA[análise de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Apreciação de risco]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação de risco]]></category>
		<category><![CDATA[NBR 12100]]></category>
		<category><![CDATA[nr12]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nr12semsegredos.com.br/?p=3470</guid>

					<description><![CDATA[3 passos para fazer uma Análise de Risco e atender a NR12 Para evitar um acidente, a coisa mais importante a se fazer é analisar os riscos envolvidos, usando as habilidades de um profissional, usando critérios normatizados e incluindo na análise possibilidades reais. Se você já se deparou com a pergunta: Apreciação, Avaliação ou Análise [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">3 passos para fazer uma Análise de Risco e atender a NR12</h1>



<p>Para evitar um acidente, a coisa mais importante a se fazer é analisar os riscos envolvidos, usando as habilidades de um profissional, usando critérios normatizados e incluindo na análise possibilidades reais.</p>



<p>Se você já se deparou com a pergunta: <strong>Apreciação, Avaliação ou Análise de Risco</strong>? Acredito que esta explicação vai ajudar a entender a diferença.</p>



<p>Geralmente é utilizado Análise para uma Apreciação, e vice-e-versa, e se você buscar no dicionário as palavras são sinônimas, mas para efeito de Segurança em máquinas podemos utilizar as definições dada pela NBR ISO 12100 em seu glossário.</p>



<p><strong>Análise de Risco</strong>: Combinação da especificação dos limites da máquina, identificação dos perigos e estimativa dos riscos</p>



<p><strong>Avaliação de Risco</strong>: Julgamento com base na análise de risco, do quanto os objetivos de redução de risco foram atingidos</p>



<p><strong>Apreciação do risco</strong>: Processo completo que compreende a análise de risco e avaliação de risco</p>



<p>A diferença é sutil, mas pode ser utilizado como referência o gráfico abaixo, dependendo do estágio que se está realizando o trabalho de adequação à NR12.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wp-image-4184" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2019/02/diferenca_analise_avaliacao_apreciacao_risco-1024x634.png" alt="" /></figure>



<p>A NR12 exige que a máquina tenha uma análise de risco, e isto pode ser visto no item 12.39(a) e em outros é referenciado à este documento como base para realização do item. A norma técnica vigente que indica a realização do procedimento é a NBR ISO 12100:2013</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Capa-NBRISO12100-2013.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="453" height="644" class="wp-image-3474" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Capa-NBRISO12100-2013.png" alt="" /></a></figure>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">Mas qual é mesmo o objetivo da NR12?</h2>



<p>Você pode ter imaginado que a necessidade de segurança em máquina iniciou na publicação da norma, mas isso não está correto. Vou explicar porque, as Normas Regulamentadoras, foram publicadas para ajudar a explicar pontos da lei, que são muito genéricos, ajudando ao atendimento à lei. No caso da NR12, ela foi elaborada para regulamentar os Art. 184, 185 e 186 da CLT, que traz no seu texto as seguintes redações (CLT, 1943):</p>



<p>“<em>Art. 184</em> &#8211; As máquinas e os equipamentos deverão ser dotados de dispositivos de partida e parada e outros que se fizerem necessários para a prevenção de acidentes do trabalho, especialmente quanto a risco de acionamento acidental;”</p>



<p><em>Parágrafo único</em> &#8211; É proibida a fabricação, a importação, a venda, a locação e o uso de máquinas e equipamentos que não atendam ao disposto neste artigo.</p>



<p>“<em>Art. 185</em> &#8211; Os reparos, limpeza e ajustes somente poderão ser executados com as máquinas paradas, salvo se o movimento for indispensável à realização ao ajuste;”</p>



<p>“<em>Art. 186</em> &#8211; O <strong>Ministério do Trabalho estabelecerá normas adicionais</strong> sobre proteção e medidas de segurança na operação de máquinas e equipamentos, especialmente quanto à proteção das partes móveis, distância entre estas, vias de acesso às máquinas e equipamentos de grandes dimensões, emprego de ferramentas, sua adequação e medidas de proteção exigidas quando motorizadas ou elétricas”.</p>



<p>Fonte: Planalto Brasileiro (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452compilado.htm">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452compilado.htm</a>)</p>



<h1 class="wp-block-heading">Os 3 Passos para fazer uma Análise de Risco:</h1>



<h2 class="wp-block-heading">1- Determinação dos Limites da Máquina</h2>



<p>Para a determinação dos limites da máquina deve-se levar em consideração de todas as fases do ciclo de vida da máquina (projeto, construção, transporte, montagem, instalação, operação, limpeza, setup, manutenção, desativação, desmontagem, descarte).</p>



<p>O limite é basicamente a utilização principal da máquina, e para efeito de concepção da máquina e análise de risco deve ser considerado a utilização normal e os maus usos razoavelmente previsíveis. Então para facilitar segue uma lista de itens que compõem a determinação do limite da máquina:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Limite de uso</h3>



<p>&#8211; Diferentes modos de operação</p>



<p>&#8211; Manutenção da máquina (desgaste e mau uso)</p>



<p>&#8211; Tipo de utilização se é industrial ou residencial</p>



<p>&#8211; Identificação do operador como gênero, idade, mão de uso dominante, e se possível utilização por pessoas com habilidades reduzidas (visual, auditiva, tamanho, força e outras)</p>



<p>&#8211; Nível de treinamento, habilidade e experiência necessário para utilização e manutenção</p>



<p>&#8211; Exposição de outras pessoas aos perigos relacionadas à máquina que sejam razoavelmente previsíveis</p>



<h3 class="wp-block-heading">Limite de espaço</h3>



<p>&#8211; Movimentos da máquina e cursos dos movimentos</p>



<p>&#8211; Espaços de uso do operador e manutenção</p>



<p>&#8211; Qual tipo de interação do operador à máquina</p>



<p>&#8211; Conexões de energia (elétrica, hidráulica, mecânica, gravitacional e outras)</p>



<h3 class="wp-block-heading">Limites de tempo</h3>



<p>&#8211; Vida útil da máquina considerando o uso normal ou mau uso razoavelmente previsível</p>



<p>&#8211; Intervalos de manutenção recomentado</p>



<h3 class="wp-block-heading">Outros limites</h3>



<p>&#8211; tipos de materiais e matéria prima processados</p>



<p>&#8211; limpeza e manutenção diária do equipamento</p>



<p>&#8211; organização do trabalho</p>



<p>&#8211; ambiente (umidade, particulados, altitude, agentes químicos e outros)</p>



<h2 class="wp-block-heading">2- Identificar os Perigo e Risco</h2>



<p>Depois de determinado os limites da máquina a identificação dos perigos e riscos existentes devem ser feitas utilizando os seguintes critérios:</p>



<p>&#8211; Uso normal do equipamento</p>



<p>&#8211; Mau uso razoavelmente previsível</p>



<p>Estes perigos podem estar em qualquer etapa do ciclo de vida da máquina:</p>



<p>(projeto, construção, transporte, montagem, instalação, operação, limpeza, setup, manutenção, desativação, desmontagem, descarte).</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Ciclo-de-Vida-da-Máquina.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="552" height="683" class="wp-image-3475" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Ciclo-de-Vida-da-Máquina.jpeg" alt="mapa-mental-ciclo-de-vida-maquina" /></a></figure>
</div>



<p>A lista de perigo é o Anexos B da NBR12100, e são separados por tipos, origem, consequências e referenciais para normas internacionais.</p>



<p>Na elaboração desta lista de perigos existente é importante que o profissional se atente às operações possíveis da máquina, incluindo:</p>



<p>Ajustes;</p>



<p>Testes;</p>



<p>Programação / parametrização;</p>



<p>Trocas de ferramentas/moldes;</p>



<p>Partida inicial/ colocação em marcha / Startup</p>



<p>Partidas/Pausas</p>



<p>Modo de operação manual/ automático / ciclo lento</p>



<p>Parada de emergência</p>



<p>Reinicio de operação após bloqueio de emergência</p>



<p>Processo de Lockout/Tagout</p>



<p>Limpeza e organização</p>



<p>Manutenção preventiva/corretiva</p>



<p>Manutenção diária</p>



<p>Rotinas e procedimentos do processo</p>



<p>Alimentação/Descarga da matéria prima</p>



<p>Deve ser considerado também os Comportamentos da máquina em ações não intencionais do operador ou formas de mau uso razoavelmente previstas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2- Estimativa do risco</h2>



<p>O risco associado a uma situação perigosa depende de fatores como:</p>



<p>&#8211; Gravidade do dano no caso de um acidente</p>



<p>&#8211; Probabilidade de ocorrência (exposição, ocorrência do perigo e possibilidade de evitar)</p>



<p>Um método muito comum de se utilizar para fazer esta estimativa é o HRN (Hazard Rating Number) em português seria algo como: Valor de Classificação de Risco</p>



<p>O HRN expressa em valor numérico o risco para um determinado perigo/situação, desta forma podemos transformar a medida qualitativa em quantitativa, ou seja, um número.</p>



<p>Para conseguir chegar no HRN de uma situação/perigo devemos calcular seguindo a fórmula?</p>



<p>HRN=PExFExGPDxNP</p>



<p>considerando-se:</p>



<p>(PO) à Probabilidade de Ocorrência do Dano</p>



<p>(FE) à Frequência de Exposição ao Perigo/Risco</p>



<p>(GPD) à Gravidade da Possível Lesão</p>



<p>(NP) à Número de Pessoas Expostas</p>



<p>Vou detalhar agora cada um dos itens:</p>



<h3 class="wp-block-heading">(PO) à Probabilidade de Ocorrência do Dano</h3>



<figure><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_po.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3483" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_po.jpg" alt="" width="356" height="220" /></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading">(FE) à Frequência de Exposição ao Perigo/Risco</h3>



<figure><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_fe.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3480" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_fe.jpg" alt="" width="356" height="154" /></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading">(GPD) à Gravidade da Possível Lesão</h3>



<figure><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_gpd.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3481" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_gpd.jpg" alt="" width="356" height="173" /></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading">(NP) à Número de Pessoas Expostas</h3>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_np.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3482" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_np.jpg" alt="" /></a></figure>
</div>



<p>E como resultado temos da fórmula (HRN=PExFExGPDxNP), a tabela identificará o valor e resultado:</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_resultado.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3485" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_resultado.jpg" alt="" /></a></figure>
</div>



<p>Uma tabela como essa deverá seu o resultado deste trabalho:</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_quadro_exemplo.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3484" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2017/06/hrn_quadro_exemplo.jpg" alt="" /></a></figure>
</div>



<h2 class="wp-block-heading">Colocar em prática</h2>



<p>Quanto você utilizar estes passos para realizar a Análise de Risco, você vai completar uma importante etapa para o atendimento da NR12 em uma máquina. Pois com este trabalho você terá um mapa com os pontos mais críticos que podem ser priorizados e atacados com mais assertividade.</p>



<p>O processo de Análise de Risco deve contar com um profissional experiente no processo e no equipamento, para que ele seja capaz de identificar riscos que normalmente não seriam apontados por alguém leigo no processo.</p>


<hr class="wp-block-separator" />


<p>Aproveite para conhecer nosso <a href="https://go.hotmart.com/V5025205K?utm_source=nr12ss&amp;utm_medium=passos-ar&amp;utm_campaign=artigo">conteúdo NR12SemSegredos</a>:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aproveite para conhecer nosso <a href="https://go.hotmart.com/V5025205K?utm_source=nr12ss&amp;utm_medium=passos-ar&amp;utm_campaign=artigo">Conteúdo NR12SemSegredos</a>:</h3>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://go.hotmart.com/V5025205K?utm_source=nr12ss&amp;utm_medium=passos-ar&amp;utm_campaign=artigo"><img decoding="async" class="wp-image-4178" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Logo_conteudoNR12SS.png" alt="" /></a></figure>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Vantagens da adequação à NR12 além da obrigatoriedade</title>
		<link>https://www.nr12semsegredos.com.br/vantagens-adequacao-nr12-alem-da-obrigatoriedade/</link>
					<comments>https://www.nr12semsegredos.com.br/vantagens-adequacao-nr12-alem-da-obrigatoriedade/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[nr12]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2019 16:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
		<category><![CDATA[adequação nr12]]></category>
		<category><![CDATA[cultura de prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[nr12]]></category>
		<category><![CDATA[obrigatoriedade NR12]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens NR12]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.nr12semsegredos.com.br/?p=3682</guid>

					<description><![CDATA[Vantagens da adequação à NR12 além da obrigatoriedade Você pode imaginar que só se faz a adequação à NR12 por ser obrigatório por lei, e digo que grande parte é por isso mesmo. Mas existem vantagens na aplicação da norma além da legalidade, vou apresentar 3 delas agora mesmo E vale lembrar que a Norma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Vantagens da adequação à NR12 além da obrigatoriedade</h1>
<p>Você pode imaginar que só se faz a adequação à NR12 por ser obrigatório por lei, e digo que grande parte é por isso mesmo. Mas existem vantagens na aplicação da norma além da legalidade, vou apresentar 3 delas agora mesmo</p>
<p>E vale lembrar que a Norma tem como objetivo principal a redução de acidentes em máquinas e equipamentos e a obrigatoriedade não está na norma em si mesma, mas na CLT que exige das empresas medidas de proteção em máquinas, e a norma apenas diz como estas medidas devem ser. (Art 157, 158, 184, 185 e 186 da CLT &#8211; Decreto-Lei 5452/43)</p>
<h1>Vamos para as vantagens:</h1>
<p>A primeira vantagem tem a ver com a Marca da Empresa, que foram anos de marketing, investimentos em divulgação para construir de uma identidade para vender seus produtos. E tudo isso pode ser atingido por omissão de algo tão importante que é a Segurança das Pessoas.</p>
<h2>Imagem institucional</h2>
<p>Essa vantagem chamo de Blindagem da Marca, porque depois de um acidente com vítimas, é disparado um alerta interno nas empresas e inicia o plano de contenção de impactos o conhecido “gerenciamento de crises” que vai trabalhar todos os argumentos que colaborem para atingir menos o seu bem precioso: A Marca.</p>
<p>E quando este dia vier, todos os investimentos realizados para diminuir os riscos de acidente vão virar fortes argumentos. Indicando que a empresa fez o possível para que aquele acidente não acontecesse, diminuindo os riscos</p>
<p>Imagine nesta mesma situação uma empresa negligente com a questão de segurança, não teria muito o que fazer não é mesmo?</p>
<h2>Melhora a produtividade</h2>
<p>A vantagem número 2 posso exemplificar com a frase: Quem conhece bem a cozinha e a receita faz um bolo melhor.</p>
<p>Usei essa frase de culinária porque eu gosto de cozinhar (e de comer também) além de que a frase faz todo o sentido para esta vantagem.</p>
<p>Treinamento e conhecimento é essencial e isso nem precisava estar na norma para lembrar agente que também é importante para prevenir acidentes. Sabemos de muito tempo que sem conhecimento sobre a máquina e sobre o processo a chance de algo sair errado é grande. Grandes marcas e produtos famosos usam esta ferramenta para garantir a qualidade e se perpetuarem no mercado e também evita acidentes.</p>
<p>A norma exige que os manuais estejam disponíveis para consulta e estejam em português, e também exige o treinamento indicado no anexo II para operação e manutenção. E se quiser tem mais informações no site NR12SemSegredos.com.br</p>
<p>Quer melhorar a produtividade, a qualidade e de quebra aumentar a segurança? Atenda a Norma principalmente nos quesitos manuais e treinamentos</p>
<h2>Mais tecnologia para seu processo</h2>
<p>E a terceira e última vantagem é aplicação de tecnologia a favor da segurança. E tem um valor agregado no valor do Ativo da empresa.</p>
<p>Ou seja, a empresa pode valer mais por aplicar tecnologias de segurança. (equipamentos, software, processo)</p>
<p>Você pode ter tentado trazer novos ares para aquelas máquinas antigas com tecnologia já superada tentando fazendo upgrades, melhorias em máquinas, refazer painéis elétricos e ter se deparado com a falta de recursos para esse tipo de investimento.</p>
<p>E para te ajudar nisso, vale não desperdiçar aqueles recursos reservados para aplicação da Norma</p>
<p>Uma coisa puxa a outra, a segurança exige tecnologia que vem junto com dispositivos mecânicos, sistemas elétricos de controle e monitoramento, e tudo isso pode trazer de volta à vida ou dar uma sobrevida àquela máquina que estava quase se aposentando.</p>
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		<title>Saiba as perguntas mais frequentes sobre a NR12</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nr12]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2018 13:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
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					<description><![CDATA[Saiba as perguntas mais frequentes sobre a NR12 Que a NR12 estabelece regulamentações básicas para a segurança do ambiente de trabalho e das máquinas a fim de criar um ambiente seguro aos trabalhadores, você provavelmente já sabe. Porém, já conhece todas as questões que envolvem a adequação da empresa a essa norma? No post de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Saiba as perguntas mais frequentes sobre a NR12</p>
<p>Que a NR12 estabelece regulamentações básicas para a segurança do ambiente de trabalho e das máquinas a fim de criar um ambiente seguro aos trabalhadores, você provavelmente já sabe. Porém, já conhece todas as questões que envolvem a adequação da empresa a essa norma?</p>
<p>No post de hoje vamos desmistificar algumas dúvidas sobre a NR12 apresentando as cinco perguntas mais frequentes que a envolvem e respondendo cada uma delas, a fim de que você entenda de vez tudo o que é necessário para cumpri-la por completo. Acompanhe.</p>
<h2>1 &#8211; O que é a NR12?</h2>
<p>A NR12 é uma Norma Regulamentadora emitida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que delimita princípios, referências técnicas práticas, medidas e requisitos mínimos para a prevenção de <u><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/voce-conhece-bem-as-normas-de-seguranca-do-trabalho/">doenças e acidentes de trabalho</a></u>, especialmente no que tange ao projeto e à utilização de máquinas e equipamentos em geral.</p>
<p>Seu objetivo principal é garantir a integridade física e saúde dos trabalhadores, exigindo que o empregador forneça informações sobre a utilização do maquinário (seja ele novo ou usado), seu transporte, manutenção, eliminação, protocolos e fluxo de trabalho.</p>
<h2>2 &#8211; Quais setores devem aplicar a NR12?</h2>
<p>Não há restrições para a aplicação da <u><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/art-para-atendimento-nr12/">NR12</a></u>. Ela deve ser obrigatoriamente seguida em todos os segmentos e empresas que contem com máquinas, equipamentos e fluxos de trabalho que possam expor o trabalhador a qualquer máquina que contenha risco que comprometa sua saúde e integridade física.</p>
<p>Assim TODAS as empresas que possuem máquinas devem atender à Norma.</p>
<p>As exceções são:</p>
<ul>
<li>Máquinas e equipamentos movidos ou impulsionados por força humana ou animal</li>
<li>Máquinas em exposição em feiras, museus, ou utilizados para fins históricos e educativos, sempre adotando medidas para preservar a segurança dos envolvidos (expositores ou visitantes)</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4094" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/10/arado_tração_animal-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></p>
<ul>
<li>Máquinas ou equipamentos classificados como eletrodomésticos</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4095" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/10/tear_museu-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Como escrito na própria norma:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4096 size-full" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Exceções_NR12.jpg" alt="" width="1262" height="444" /></p>
<h2>3 &#8211; Como posso saber se minha máquina atende aos requisitos da NR12?</h2>
<p>O <u><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/como_fazer_diagnostico_nr12_3_passos_iniciais/">diagnóstico preciso</a></u> sobre uma máquina e sua adequação às diretrizes firmadas pela NR12 só pode ser realizado por profissional qualificado, com experiência em mecânica e elétrica.</p>
<p>Somente ele sabe como avaliar o maquinário e os equipamentos e como interpretar os itens delimitados pela Norma, indicando o que deve sofrer alterações e o que está de acordo com a Norma.</p>
<p><strong>4 &#8211; Qual o prazo legal para adequação das máquinas às exigências da NR12?</strong></p>
<p>A Norma está em pleno vigor desde dezembro de 2010 e estabeleceu prazos diferentes para cada caso (para máquinas usadas, máquinas para padaria e fabricantes de máquinas novas, por exemplo). Ela delimitou ainda um escalonamento dos quesitos a serem atendidos em cada um desses prazos.</p>
<p>Porém, os últimos prazos definidos pela norma expiraram em 2013, motivo pelo qual não há mais tempo de adequação disponível para as empresas. Assim, atualmente, ou o negócio atende aos itens da NR12, ou está em desacordo com a lei e <u><a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/3-riscos-juridicos-da-nao-adequacao-as-leis-da-clt/">sujeito à aplicação de sanções</a></u>.</p>
<h2>5 &#8211; Quais as medidas de proteção individuais e coletivas estabelecidas pela NR12?</h2>
<p>As medidas de proteção determinam a implantação de proteções nas áreas de risco que protejam a integridade física dos funcionários, após a elaboração de uma prévia análise técnica. Exemplo disso é a adequação do circuito de parada de emergência.</p>
<p>Lembrando que a parada de emergência não é somente sistemas elétricos, botão de emergência, mas também, e principalmente, o sistema que fará a parada ou bloqueio para a redução do risco. Como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Válvulas hidráulicas</li>
<li>Freios</li>
<li>Cilindros</li>
<li>Portas e barreiras</li>
<li>Sistemas mecânicos</li>
</ul>
<p>Já as medidas de proteção individuais devem ser tomadas no decorrer da jornada de trabalho, com a devida utilização de EPIs (conforme disposto no PCMSO e PPRA da companhia).</p>
<p>O treinamento de operação e segurança conforme NR12 é uma das partes principais para a conscientização e comprometimento dos operadores. E se você precisar de um modelo de treinamento para os operadores acesse este artigo: <a href="https://www.nr12semsegredos.com.br/conteudo-programatico-anexo-ii-nr12/">Conteúdo programático anexo II – NR12</a></p>
<p>E agora, acabou com todas as suas dúvidas sobre a NR12? Siga-nos no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCA_4GIbJqnNjbdpM_pDR-ag">YOUTUBE</a>, <u><a href="https://twitter.com/nr12semsegredos">Twitter</a></u> e curta nossa <u><a href="https://www.facebook.com/nr12semsegredos/">página no Facebook</a></u> para não perder mais nenhuma dica sobre o assunto!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Conteúdo programático anexo II &#8211; NR12</title>
		<link>https://www.nr12semsegredos.com.br/conteudo-programatico-anexo-ii-nr12/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nr12]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 14:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
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					<description><![CDATA[Conteúdo programático anexo II &#8211; NR12 – Modelo PPT O atendimento à NR12 não é somente proteções em máquinas, e provavelmente você saiba sobre isso, fiz um artigo sobre os Documentos mínimos para atender à NR12, e você pode conferir. Uma “peça” importante na engrenagem da segurança é o operador! Posso fazer um treinamento padrão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Conteúdo programático anexo II &#8211; NR12 – Modelo PPT</h1>
<p>O atendimento à NR12 não é somente proteções em máquinas, e provavelmente você saiba sobre isso, fiz um artigo sobre os <a href="/documentos-minimos-atendimento-nr12/">Documentos mínimos para atender à NR12</a>, e você pode conferir.</p>
<p>Uma “peça” importante na engrenagem da segurança é o operador!</p>
<h2>Posso fazer um treinamento padrão para todos os operadores?</h2>
<p>Buscamos sempre otimizar nosso tempo, e também o dos operadores. Mesmo sabendo que o treinamento é importante e necessário, ainda temos dificuldades de conseguirmos reservar tempo para dedicar nesta tarefa.</p>
<p>Imagina se pudéssemos criar um treinamento padrão, que servisse para todos os operadores da sua empresa e de todas as empresas do Brasil. Seria ótimo não é mesmo?</p>
<p>Mas a realidade não é essa.</p>
<p>Vou explicar porque.</p>
<p>Os processos produtivos requerem máquinas e procedimentos diferentes para cada produto, além disso, a evolução tecnológica impacta também:</p>
<p>&#8211; Máquinas</p>
<p>&#8211; Matérias prima</p>
<p>&#8211; Processos</p>
<p>&#8211; Produtos</p>
<p>&#8211; Modelos de negócio</p>
<p>&#8211; Tecnologia de segurança</p>
<p>&#8211; Sistemas de automação</p>
<p>Assim temos uma variedade muito grande de processos, máquinas mesmo em segmentos semelhantes.</p>
<h2>O meio termo da padronização de treinamento</h2>
<p>SIM é possível adotar uma padronização de parte do treinamento e vou explicar como fazer isso, utilizando o Conteúdo Programático da Norma.</p>
<p>Veja a seguir na integra o anexo II da NR12:</p>
<p>ANEXO II</p>
<p>CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA CAPACITAÇÃO.</p>
<ol>
<li>A capacitação para operação segura de máquinas deve abranger as etapas teórica e prática, a fim de permitir habilitação adequada do operador para trabalho seguro, contendo no mínimo:</li>
</ol>
<p>a) descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina e equipamento e as proteções específicas contra cada um deles;</p>
<p>b) funcionamento das proteções; como e por que devem ser usadas;</p>
<p>c) como e em que circunstâncias uma proteção pode ser removida, e por quem, sendo na maioria dos casos, somente o pessoal de inspeção ou manutenção;</p>
<p>d) o que fazer, por exemplo, contatar o supervisor, se uma proteção foi danificada ou se perdeu sua função, deixando de garantir uma segurança adequada;</p>
<p>e) os princípios de segurança na utilização da máquina ou equipamento;</p>
<p>f) segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes;</p>
<p>g) método de trabalho seguro;</p>
<p>h) permissão de trabalho; e</p>
<p>i) sistema de bloqueio de funcionamento da máquina e equipamento durante operações de inspeção, limpeza, lubrificação e manutenção.</p>
<p>1.1 A capacitação de operadores de máquinas automotrizes ou autopropelidas, deve ser constituída das etapas teórica e prática e possuir o conteúdo programático mínimo descrito nas alíneas do item 1 deste anexo e ainda:</p>
<p>a) noções sobre legislação de trânsito e de legislação de segurança e saúde no trabalho;</p>
<p>b) noções sobre acidentes e doenças decorrentes da exposição aos riscos existentes na máquina, equipamentos e implementos;</p>
<p>c) medidas de controle dos riscos: EPC e EPI;</p>
<p>d) operação com segurança da máquina ou equipamento;</p>
<p>e) inspeção, regulagem e manutenção com segurança;</p>
<p>f) sinalização de segurança;</p>
<p>g) procedimentos em situação de emergência; e</p>
<p>h) noções sobre prestação de primeiros socorros.</p>
<p>1.1.1 A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada</p>
<p>operada.</p>
<p><strong>Padronizáveis com certeza</strong></p>
<p>Veja o item 1 deste anexo, os seguintes subitens podem ser padronizados:</p>
<p><em>g) método de trabalho seguro;</em></p>
<p>São procedimentos e regras que garantem o trabalho seguro, e pode ser avaliado em conjuntos de máquinas, observando sempre as particularidades quando houver. Mas tem grande chance de ter uma padronização pelo menos em modelos e processos.</p>
<p><em>h) permissão de trabalho; e</em></p>
<p>As Permissões de Trabalho, populares PT, são amplamente utilizadas e é possível que você já utilize na sua empresa, a explicação de como isso funciona e como deve ser usado deverá constar no treinamento.</p>
<p><em>i) sistema de bloqueio de funcionamento da máquina e equipamento durante operações de inspeção, limpeza, lubrificação e manutenção.</em></p>
<p>Se você já tiver implementado o sistema de LockOut TagOut (LOTO) que estabelece o procedimento de bloqueio das fontes de energia, esta parte do treinamento será bem simples.</p>
<p>Caso ainda não tenha, a padronização pode ser feita com identificações codificadas e procedimentos sequenciados.</p>
<p><em>d) o que fazer, por exemplo, contatar o supervisor, se uma proteção foi danificada ou se perdeu sua função, deixando de garantir uma segurança adequada;</em></p>
<p>Este é um procedimento padrão para orientação e determinação interna na empresa. Garanta que este procedimento seja documentado e com possível rastreamento de todos os envolvidos no processo.</p>
<p>Podem haver pequenas variações de ações em máquinas específicas ou determinados processos. Certifique que estejam contemplados e atendidos.</p>
<p><strong>Estudar uma padronização</strong></p>
<p>a) descrição e identificação dos riscos associados com cada máquina e equipamento e as proteções específicas contra cada um deles;</p>
<p>b) funcionamento das proteções; como e por que devem ser usadas;</p>
<p>c) como e em que circunstâncias uma proteção pode ser removida, e por quem, sendo na maioria dos casos, somente o pessoal de inspeção ou manutenção;</p>
<p>e) os princípios de segurança na utilização da máquina ou equipamento;</p>
<p>f) segurança para riscos mecânicos, elétricos e outros relevantes;</p>
<p>A Análise de Risco é documento principal para abordar os itens relativos à máquina, dele constará além dos riscos existente, também os elementos de segurança que mitigam este risco. Saiba mais no artigo &#8211;&gt; <a href="/passos-analise-de-risco-atender-nr12/">https://www.nr12semsegredos.com.br/passos-analise-de-risco-atender-nr12/</a></p>
<p><strong>Parte prática otimizada</strong></p>
<p>Observando o corpo GERAL, ou seja, o item 1, que são máquinas em geral, exceto máquinas autopropelidas/automotrizes que estão no item 1.1, pode ser considerada a parte prática com exemplos reais em máquinas existes no processo e não necessariamente nas máquinas especificas em que o operador trabalhe.</p>
<p>Atenção às máquinas em que o risco residual ainda continue alto, estas recomento que seja feito um intensivo específico na máquina, pois a segurança vai depender mais da ação (ou não-ação) do operador.</p>
<h2>E para máquinas auto-propelidas?</h2>
<p>O tem 1.1 acrescenta mais alguns pontos que devem ser incluídos no treinamento geral. E como estamos propondo uma padronização no treinamento vou separar estes itens para ajudar a entender o que pode otimizar o trabalho, e deve ser adicionado no Conteúdo programático do treinamento</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Padronizáveis com certeza</strong></p>
<ol>
<li>a) noções sobre legislação de trânsito e de legislação de segurança e saúde no trabalho;</li>
<li>c) medidas de controle dos riscos: EPC e EPI;</li>
<li>f) sinalização de segurança;</li>
<li>g) procedimentos em situação de emergência; e</li>
<li>h) noções sobre prestação de primeiros socorros.</li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Estudar uma padronização</strong></p>
<ol>
<li>b) noções sobre acidentes e doenças decorrentes da exposição aos riscos existentes na máquina, equipamentos e implementos;</li>
<li>d) operação com segurança da máquina ou equipamento;</li>
<li>e) inspeção, regulagem e manutenção com segurança;</li>
</ol>
<p>1.1.1 A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada</p>
<h2>Registro de treinamento – Documente!</h2>
<p>Depois de um ótimo treinamento, com material bem preparado, operadores motivados para o trabalho seguro, é preciso documentar o que foi executado, Apostilas com lista de presença anexa são uma boa forma de documentar.</p>
<p>Mas se sua empresa utiliza sistemas de gestão e você quer armazenar digitalmente, experimente armazenar também o material entregue, conteúdo programático, ART do treinador (caso seja emitido), fotos da parte prática, descritivo dos procedimentos da parte prática, assinatura dos participantes, testemunhos e comentários dos envolvidos.</p>
<p>Você precisa de um modelo?</p>
<p><a href="https://obter.nr12semsegredos.com.br/conteudo-nr12-sem-segredos/"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3968 " src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Screenshot-Modelo-PPT-Treinamento-NR12-300x159.jpg" alt="" width="509" height="270" /></a></p>
<p>No Conteúdo NR12SemSegredos você vai encontrar este modelo e mais informações</p>
<p><a href="https://obter.nr12semsegredos.com.br/conteudo-nr12-sem-segredos/">QUERO ESTE MODELO</a></p>
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<h2>Você tem mais ideias e quer compartilhar?</h2>
<p>E se você quer conversar e interagir com nosso time de engenheiros e técnicos, fique a vontade em mandar sua mensagem pelos comentários abaixo.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alteração da NR12 em 08-fevereiro-2018 – Portaria 98</title>
		<link>https://www.nr12semsegredos.com.br/alteracao-da-nr12-08-fevereiro-2018-portaria-98/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[nr12]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2018 11:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adequação NR12]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas e Sacadas]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento e Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.nr12semsegredos.com.br/?p=3853</guid>

					<description><![CDATA[Alteração da NR12 em 08-fevereiro-2018 – Portaria 98 &#160; A NR12 foi alterada mais uma vez, e foi na semana anterior ao do carnaval, e estou certo que muitos pularam o carnaval e nem se ligaram que houve esta alteração. Mas vou dizer para você que eu fiz um resumo que acho que poderá ajudar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Alteração da NR12 em 08-fevereiro-2018 – Portaria 98</h1>
<p>&nbsp;</p>
<p>A NR12 foi alterada mais uma vez, e foi na semana anterior ao do carnaval, e estou certo que muitos pularam o carnaval e nem se ligaram que houve esta alteração.</p>
<p>Mas vou dizer para você que eu fiz um resumo que acho que poderá ajudar você a entender e já se sintonizar com o que aconteceu.</p>
<p>Acompanhe com a sua cópia impressa ou digital, e para você saber se está com a versão mais atual veja no início da Norma do lado direito, como na figura, esta é a versão 06/07/2017.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3860 size-full" src="https://www.nr12semsegredos.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Entender-qual-versão-da-NR12-você-tem.jpg" alt="" width="768" height="533" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos para o que mudou:</p>
<p>EXCLUÍDO à Distância mínima de 1,2 metros entre as máquinas do item 12.6.1</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>ERA</strong>:</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.6.1 As vias principais de circulação nos locais de trabalho e as que conduzem às saídas devem ter, no mínimo, 1,20</p>
<p style="padding-left: 30px;">m (um metro e vinte centímetros) de largura</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>PARA</strong>: EXCLUÍDO</p>
<p style="padding-left: 30px;">Comentário: A distância mínima deve ser originada de uma análise e de um plano de evacuação e outras características do ambiente onde a máquina está instalada. E não faz sentido atribuir uma medida para a instalação, uma vez que a norma tem como objetivo a segurança da máquina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mudança no texto, retirando a palavra “permanentemente” do item 12.6.2</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>ERA</strong>:</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.6.2 As áreas de circulação devem ser mantidas permanentemente desobstruídas.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>PARA</strong>:</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.6.2 As áreas de circulação devem ser mantidas desobstruídas</p>
<p style="padding-left: 30px;">Comentário: Para evitar problemas no dia a dia da empresa, onde o “permanentemente” pode incluir uma manutenção preventiva ou corretiva ou até mesmo transporte para outra posição. Assim é mesmo melhor sem esta palavrinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mudança no texto, no item d) do item 12.17 que trata dos condutores de energia elétrica, trocando a palavra “facilitar” por “não dificultar”</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>ERA</strong>: facilitar e não impedir o trânsito de pessoas e materiais ou a operação das máquinas</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>PARA</strong>: não dificultar o trânsito de pessoas e materiais ou a operação das máquinas</p>
<p style="padding-left: 30px;">Comentário: Melhorou a questão de implementação, pois facilitar tem o conceito de modificação do que existe para algo melhor e mais fácil, e a troca de não dificultar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Exclusão da palavra autoextingíveis</strong> para cabos elétricos no texto do item f) do mesmo item 12.17 anterior</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>ERA</strong>: ser constituídos de materiais que não propaguem o fogo, ou seja, autoextinguíveis</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>PARA</strong>: ser constituídos de materiais que não propaguem o fogo</p>
<p style="padding-left: 30px;">Comentário: A retirada da palavra autoextinguível, mesmo sendo sinônimo, ajuda a determinar o real objetivo de não propagar chama, independentemente do nome comercial que se dê para esta característica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Incluído alternativa do uso de o <strong>sinal visual</strong> para o item 12.33 dobre o ligar/desligar por um único comando um conjunto de máquinas ou de máquina de grande dimensão.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>ERA</strong>: O acionamento e o desligamento simultâneo por um único comando de um conjunto de máquinas e equipamentos ou de máquinas e equipamentos de grande dimensão devem ser precedidos de sinal sonoro de alarme</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>PARA</strong>: O acionamento e o desligamento simultâneo por um único comando de um conjunto de máquinas e equipamentos ou de máquinas e equipamentos de grande dimensão devem ser precedidos da emissão de sinal sonoro ou visual</p>
<p style="padding-left: 30px;">Comentário: Facilita a implantação quando existem alternativas que podem atender as características de cada fábrica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi especificada medidas para evitar que alguém permaneça na zona de perigo do item 12.51, deixando 2 possibilidades para o atendimento ao item.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>ERA</strong>:</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.51 Durante a utilização de proteções distantes da máquina ou equipamento com possibilidade de alguma pessoa ficar na zona de perigo, devem ser adotadas medidas adicionais de proteção coletiva para impedir a partida da máquina enquanto houver pessoas nessa zona.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>PARA</strong>:</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.51. Sempre que forem utilizados sistemas de segurança, inclusive proteções distantes, com possibilidade de alguma pessoa ficar na zona de perigo, deve ser adotada uma das seguintes medidas adicionais de proteção coletiva para impedir a partida da máquina enquanto houver pessoas nessa zona:</p>
<p style="padding-left: 30px;">a) sensoriamento da presença de pessoas;</p>
<p style="padding-left: 30px;">b) proteções móveis ou sensores de segurança na entrada ou acesso à zona de perigo, associadas a rearme (“reset”) manual.</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.51.1 A localização dos atuadores de rearme (“reset”) manual deve permitir uma visão completa da zona protegida pelo sistema.</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.51.2 Quando não for possível o cumprimento da exigência do item 12.51.1, deve ser adotado o sensoriamento da presença de pessoas nas zonas de perigo com a visualização obstruída, ou a adoção de sistema que exija a ida à zona de perigo não visualizada, como, por exemplo, duplo rearme (“reset”).</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.51.3 Deve haver dispositivos de parada de emergência localizados no interior da zona protegida pelo sistema, bem como meios de liberar pessoas presas dentro dela.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Comentário: Até que enfim especificações do que se deve fazer, evitando que as medidas adicionais sejam ou exageradas a ponto de ser inviável tecnicamente ou financeiramente e nem simples demais como placas e treinamentos. Máquinas grandes e processos que precisam de espaço agora tem alternativas claras para atendimento. O sistema de rearme duplo/múltiplo é uma ótima alternativa para evitar o sensoriamento de áreas fora da visão do operador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alterado a palavra atingidos para ultrapassados os limites de segurança no item sobre transportadores contínuos do item 12.92</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>ERA</strong>:</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.92 Os transportadores contínuos de correia devem possuir dispositivos que garantam a segurança em caso de falha durante sua operação normal e interrompam seu funcionamento quando forem atingidos os limites de segurança, conforme especificado em projeto, e devem contemplar, no mínimo, as seguintes condições</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>PARA:</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">12.92 Os transportadores contínuos de correia devem possuir dispositivos que garantam a segurança em caso de falha durante sua operação normal e que interrompam seu funcionamento quando forem ultrapassados os limites de segurança, conforme especificado em projeto, e devem contemplar, no mínimo, as seguintes condições:</p>
<p style="padding-left: 30px;">Comentário: A alteração é para não deixar dúvida, pois no contexto quando é atingido os limites de segurança ainda estão dentro do limite e não precisariam ser desativados, porque foram projetados para isso, mas quando os limites de segurança são ultrapassados uma ação de interrupção deve acontecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Incluído a data de corte (24/12/2010) para incluir informações nas identificações das máquinas no item 12.123, e diferenciação das informações obrigatórias para máquinas existentes/fabricadas antes desta data, incluídas no item 12.123.1</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>ERA:</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">12.123 As máquinas e equipamentos fabricados a partir da vigência desta Norma devem possuir em local visível as informações indeléveis, contendo no mínimo:</p>
<p style="padding-left: 30px;">d) número de registro do fabricante ou importador no CREA;</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>PARA:</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">12.123. As máquinas e equipamentos fabricados a partir da vigência desta Norma (24/12/2010) devem possuir em local visível as seguintes informações indeléveis:</p>
<p style="padding-left: 30px;">d) número de registro do fabricante/importador ou do profissional legalmente habilitado no CREA; e</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.123.1 As máquinas e equipamentos fabricados antes da vigência desta Norma (24/12/2010) devem possuir em local visível as seguintes informações:</p>
<p style="padding-left: 30px;">a) informação sobre tipo, modelo e capacidade;</p>
<p style="padding-left: 30px;">b) número de série ou identificação.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Comentário: Inclusão da data evita pensar ser a partir de 06/07/1978 quando foi publicada a 1ª edição da NR12, e faz todo o sentido não exigir o registro no CREA para máquinas anteriores. Um problema grave não resolvido nesta alteração é que o número do registro do profissional é questionável, e vou dizer porquê.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Quando se inclui o registro do fabricante ou importador o documento de compra ou importação traz o mesmo nome do registro do CREA, agora um profissional não se tem um documento que vincule esta relação, assim deveria ser o numero da ART que traria a vinculação com esta transação entre fabricante/importador e consumidor da máquina.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Nada impede de que coloquem o meu ou o seu número de registro sem pedir permissão, não é ético nem correto, mas só vai aparecer quando der problema. Gostaria que fosse diferente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trocado os dizeres de <em>planta baixa</em> para <em>representação esquemática</em> no item 12.153 sobre o inventário de máquinas. E incluído uma exceção para estar no inventário de ferramentas manuais / transportáveis</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>ERA: </strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">12.153 O empregador deve manter inventário atualizado das máquinas e equipamentos com identificação por tipo, capacidade, sistemas de segurança e localização em planta baixa, elaborado por profissional qualificado ou legalmente habilitado.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>PARA: </strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">12.153 O empregador deve manter inventário atualizado das máquinas e equipamentos com identificação por tipo, capacidade, sistemas de segurança e localização com representação esquemática, elaborado por profissional qualificado ou legalmente habilitado.</p>
<p style="padding-left: 30px;">12.153.2</p>
<p style="padding-left: 30px;">c) as ferramentas manuais e ferramentas transportáveis.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Comentário: O objetivo sempre foi saber onde as máquinas estavam localizadas na planta fabril, e não as dimensões exatas do prédio e das máquinas, então a alteração para “representação esquemática” facilita o entendimento e execução da nova “planta baixa”.</p>
<h2>Essas foram as alterações no corpo da norma, e ainda tiveram inclusões/alterações no Glossário</h2>
<p>Incluído no Glossário:</p>
<p style="padding-left: 30px;">Análise de Risco; Apreciação de Risco; Avaliação de Risco; Categoria B; Categoria 1; Categoria 2; Circuito elétrico de comando; Contatos mecanicamente ligados; Contatos espelho e Controles</p>
<p>Alterado no Glossário:</p>
<p style="padding-left: 30px;">Categoria e Dispositivo de intertravamento</p>
<p>Correção do texto do anexo IX – Injetora de Materiais Plásticos</p>
<p>Item 1.2.5.1</p>
<p>Inclusão no Anexo XII de um item específico para transbordo de pessoas entre cais e embarcações</p>
<p>Fotos:  Por Prefeitura de Olinda &#8211; Flickr, CC BY 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=54352335</p>
<p>Espero ter ajudado, deixe seu comentário e compartilhe este artigo.</p>
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